domingo, 17 de dezembro de 2017

Não, não somos

Somos tantos Onde, que não me encontro… Descrevo o que vejo, só e apenas o que vejo sem saber o porquê incapaz de sentir, Ser, Realizar Ausência que assusta, nada de física tu tens mas á que falta o Valor valor da verdadeira palavra dada, do sentimento sentido. Tal como aquela pena que escreve e que outrora voou assim tu és algo duro, frio… Vivo? Apenas por definição pois longe estas de viver um dia na tua vida, contemplas o teu redor como se pedra fosses, pois tudo passa, tudo se altera até mesmo tu mas jamais o sentiras, jamais o faras não entendes o que e ser consciente, ser amado tornando-te num Ser verdadeiro e não apenas forma de vida Por isso sigo o que é meu e a incerteza do meu caminho relembrando assim a minha humanidade e não a tua prisão, sem barras mas com cadafalsos capazes de reter a mais preciosa das coisas, um sentir, olhar verdadeiro e tanto como um abraço sentido agora parto sem olhar para trás, sem sequer te fitar com o meu olhar e tudo isto faz com que me vá com tanto desejo de te beijar como de te libertar por isso te digo Adeus ate que um dia sejas como a pena que outrora aprendeu a voar.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Gotas de Orvalho

Manhã de alvorada as gotas de orvalho tocam o chão verdejante e colorido como é este meu Alentejo vestido com sua boa gente, humilde e crente que trás em si um fado, um destino, um canto canto que ecoa em cada monte monte de branco pintado, tal como cegonha que por seus campos voa empresta a esta paisagem a sua majestade, mais um sinal de vida e pureza que jamais será contestada e muito menos esquecida

"Huniçuno"

Tanto tempo afastado de ti mas com sentimento tão verdadeiro não é fácil de lidar mas é mais forte que qualquer lei Agora aqui estou sem embaraço sem mágoa ou sem receio pois agora posso dizer a verdade, aquela que tem estado escondida a vista de todos menos dos meus olhos e que a tanto tempo o meu sentimento descobriu e que descoberta, linda, inspirada e brilhante, tão brilhante como teu olhar não sei o que me fizeste se foi feitiço se foi magia mas em ti me perdi em ti me deixei ir e agora? Agora me reencontrei ao som desta melodia que toca meu coração fizeste nascer em meu peito o calor a chama que da vida eterna como qualquer amor Mas o nosso não é qualquer um Ele é mais é o que trás mais e leva em si os nossos espíritos unisse-nos, cantando como um só por isso e muito mais vamos cantar, dançar na verdadeira dança que é a vida e fazer dela uma valsa de cor e esplendor onde possamos viver para sempre onde quem nos viu nos recorde vamos dar significado a palavra felicidade e fazer dela o sinonimo de vida aproxima-te vamos ser felizes

domingo, 9 de outubro de 2011

Eclipse


Como o dia e a noite
Como grão de areia perdido no fundo do mar eu me encontrava
Não sei o porque de me perder, jamais entenderei a razão de tanto sofrer
Será fraqueza?
Será dor?
Não importa, nunca saberei onde procurar
Mas sempre soube o que queria encontrar, a felicidade
Aquela que me fora roubada, arrancada do meu ser tal como a luz do céu num perfeito eclipse
Talvez sim, talvez fosse isso que acontecera, um eclipse não de luz mas de minha alma
Tão só e amargurada, tais rudes foram os golpes dados que nunca os seus pequenos pedaços serão encontrados.
Agora sigo meu caminho, trilho a margem de um Ser
Sim pois é esse o meu destino, ser caminhante, errante, aquele que caminha sem futuro com receio do presente e que a muito perdeu a luz do passado
Luz vital, luz da alma
Aquela que brilha para todos sem distinção, onde ate eu pequeno grão de areia poderia procurar o que é meu fora destas sombrias profundezas.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Melodia da vida


Como musica que se descobre a cada sopro de vento
Ai melodia que leva minha alma longe
Vagueias, me levas para longe
Tão longe, mas onde?
Que incerteza me rodeia
Nada sei, apenas tu me segues melodia
Leve melodia da vida
Ao tocar a tua sinfonia me guias em meu caminho
Oh vida que és tão bela, descanso merecido que a escuridão nos da
A luz que nos chama, tão bela que nos embala
Ai toque sublime
Sem dono nem mandamento
Nada te regue
Pois nada te pode alcançar
És leve e fugidia
Como te posso encontrar?
Não sei o que fazer, vou deixar-me levar
Ate que a escuridão do fim me decida ceifar

sábado, 20 de novembro de 2010

Domination


Black as the night herself
Darkest then the obscure
Your soul lives
A soul that rules but as well ruled
Ruled by the flames
The endless flames of hell
They make you live
Live in the abyss
Abyss of blindness
Where your soul falls
A fall without return
Burn
Burn you shall
No destination for you
Now you will pay the price
The price for domination….
Domination or vassalage?
That is your choice
Your only choice
Dammed to die alone
And in the end life is meaningless
As your soul was for the butcher
The only thing real you had

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Lost in between


Lost in between
Lost for them and me
Tears fall
My body is sleeping down, no life or strength
As a melody that ends my spirit will follow
Follow down into to you
Into your misery
Here I am once and for all
Confessing my weakness
But also my sins
Greater then me they are
Pain
The Pain of lost and Betrayal
So strong, so vial
Crushing me, crushing what is left of my humanity
Nothing I am
And with time dust I will be
But you are not my end
One battle is gone but the war I won
Life
That is always given, something that I didn’t lose

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Desespero


Oh desespero
Batida violenta
Batida que de um dia normal fez um inferno
Dor?
Jamais a esquecerei
Lágrimas de dentro, que correm como o sangue em minhas veias
Malvadas melodias do espírito
Vão-se alimentando de dentro, sem esperança de entendimento, compreensão ou algo que as finde
Foste levado, mas em meu coração ficaste
O teu abraço jamais será esquecido pois fora tudo e a única coisa que restou
De ti já nada sei…
Sei que mais nada poderei fazer
Mas sinto-me perdido
Jamais te esquecerei, foste pessoa fingida
Uma fera no tempo perdida
Mais que uma entidade eras o meu refúgio
A compreensão do meu mundo
Sem palavras fiquei e por agora nada mais vou escrever
Pois para mim eras indescritível como ser
Ser pequeno é verdade
Mas tal como a lua esconde o sol, tu escondias as minhas tristezas
Por isso fico contente por tudo aquilo que fomos e que um dia voltaremos a ser

Enslaved of a decadent empire


Life a simple word
Said without thinking
But it describes a soul
A Soul that is born
Soul without route, lost to the world
Walking the way
An Unknown way
This is the only certainty
We are free to born
But Freedom…
What an elusion
We are born is truth
But we born slaves of a being, a stranger
That moulds us
That tells us what to do
Is this freedom?
I do not know…
And am I going to know?
Oh life of abandonment and solitude
Everyone wants to give you a direction
But nothing nor nobody thinks with there hearts
They command you without thinking
Just do what they told you
Leaving your destiny in there hands
Facing battles that are not yours, spilling the blood of brothers
Constructing a huge empire
But red, red of death and blood
Where rottenness reigns, and never some freedom will be found
Already it is night and no sun is shining
Leaving in the air the taste of revenge and destruction

sábado, 27 de março de 2010

Chaos


Chaos
All on my dreams
Life ending road
Truths all lies
Blood dies along with me
No wind blows
Endless dark
Dancing around me, no freedom
World disgrace
My face is no longer me
What your empty eyes see its all is going to be
I’m blind
I just can’t see
What is this?
Obscurity that turns me into to you
Demon of death
I’m waiting
Drop me into the fall
The abyss
I will become the one
The one that takes the hand of all
But in the end I will cut them until they fall

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Rios


Rios, esses longos e gélidos rios
Fonte outrora de vida, cor
Agora correm cinza, correm ao sabor do desespero e amargura
Àgua turva, negra, corrompida
Tal como minh´alma
Ferida, deixada a sua sorte
Sem rumo, calor
Entidade errante, sem vontade
Onde jamais luz alguma voltara a tocar
Onde o constante murmúrio da solidão sopra sem cessar
Caminhando a teu lado rio sem riso, onde a luz da lua reflecte
Reflecte tudo o que outrora fostes
O que outrora eu também poderia ter sido
Ele leva em seu morto leito memorias, gritos de fé
Melodias vivas
Deixando a minha frente sombras
Esboços daquilo que eu procurava
De tudo o que queria
Mas que jamais poderei alcançar
Deixo-me levar mergulhando em ti
Por mim passa tudo aquilo que me fez viver
Por meus olhos passa o vermelho, vermelho de vida que agora me abraça em morte
Mudo por instantes tuas águas na esperança que assim possas viver
Viver tudo o que eu deixei por ser
Deixo em tuas águas a esperança de reviver
De deixar em ti a marca do meu eterno ser

domingo, 22 de novembro de 2009

Mundo complicado


Mundo complicado, sombrio e destorcido
Tantas as palavras que uso ao descrever-te
Todas elas com o mesmo sentido
Abandono, palavras amargas ditas sem porque
Jorradas de um coração alienado
Deixado a sua sorte, coração que cresceu sem amor
Sem um toque de piedade
Piedade num mundo cruel, onde o único momento livre é o de nascer
Pois de algo vivo brota-mos, mas donde saímos sem rumo
Enganados por um destino inserto manchado em solidão
Deixados num trilho onde a vida corre e começa a desvanecer
Agora sou eu que te descrevo vil sentimento sem nome
Que me deixas cego de ódio
Ódio criado por nos é certo, mas que de todos se alimenta
Alimenta sem fim
Perdão, existira?
Não sei, não o procuro apenas não te quero, apenas vou percorrendo o meu caminho
Na esperança que na sua incerteza te esqueças de mim
Da minha ousadia ao falar-te e mais ainda ao tentar defrontar-te

domingo, 25 de outubro de 2009

Palavras


Palavras vazias
Palavras que nunca deveriam ser ditas, são estas com as quais mancho este papel
Papel branco, tão branco como meu caminho fora outrora
Palavras amargas são estas que brotam de meu peito, sem inspiração, alegria ou somente um leve deleite…
Nada apenas tristeza, e um reflexo sombrio daquilo que eu fora
Não vejo caminho, não vejo salvação.
Porquê remar contra a maré se essa á muito se foi, desapareceu sem deixar rasto
Caminho sozinho pela rua ouvindo a noite chegar, com ela vem tudo aquilo que temo, mas ao qual sempre me entrego
Pois perdera meu rumo, minha maré
Suspiro sombrio que vem chegando levemente mas de forma fatal, que a cada dia arranca pedaços do meu inútil ser
Já nada sou, nem algum dia voltarei a ser, agora vagueio errantemente, inútil sopro no tempo fui ao nascer ao qual jamais alguém pensara em fazer renascer
Parto sem nada ter construído, mas com a certeza que o sofrimento é humano, mas que a algo desumano se deve.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Motionless mind


Motionless mind
She is stuck alone in the dark
As the windows of light are closing
Closing her and closing me forever
Forever alone, forever underneath
Beneath the loneliness
Left alone
Nothing I see by my eyes
Nothing more then misery
Misery the cursed road of forgotten ones
Were there is no hope
Were the moonlight is embracing ashes
Ashes of time, once man now they are nothing
Not even memories
There is no place for them, just and endless way far from god
Far from light
Now it’s my turn to go and never to return
Return to this land of confusion and sorrow

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Engano


Fugindo
Fugindo da vida como do fim se tratasse
Vida malvada, sem perdão
Percorro estas ruas onde sombras se escondem
Morbidamente chamam por mim
Por mim e pelo fraco suspiro de vida que contenho
Como melodia esquecida vagueio, sem destino nem vontade
Pois essa fora-me roubada
Em cada esquina, em cada beco me perco
Perco na solidão, nesta triste imensidão
Não serei nada, tal como sempre fora
Um nada cheio, cheio de esperanças cegas
Agora vou, sei que será o meu fim
Mas que fim é este?
Tal como nuvem que paira no céu
Tal como o luar que brilha ao anoitecer
Nada é certo apenas tem o seu tempo
E esse para mim terminou com a maior de todas as dores
Ter vivido uma mentira e uma vida não vivida

terça-feira, 26 de maio de 2009

Moonless night


Days and nights passing by
And the colors of life fading away
No reason to continue
Suffering consuming my being
No reason I see to walk all this path by my own
Why me?
Nothing I always had
And nothing I always will be
In the times of seas and wonders I have lived my life
And now I’m just a memory
I’m just a walker without destiny
A prayer with no god
That will embrace is mission, is curse
A lonely existence with no light
Where darkness will take is place
Place of destruction and madness
Where I shall be silent forever

sábado, 16 de maio de 2009

Grito sem Voz


A distancia
Tudo aquilo que queremos, ansiamos por alguma razão
Tudo aquilo que peço da magoa e desespero
Não é no fundo aquilo que buscamos?
A vida tão incerta, tão inconstante
Não posso ter certezas, apenas devaneios de felicidade
Esses são tudo o que espero, tudo aquilo que sempre desejei
Mas que sempre me foram negados
Negados e afastados, afastados por um simples toque, um toque gélido sem razão
Que tudo consigo leva com dor e sem perdão
Perdão outra palavra tão vazia
Algo que neste mundo se desvaneceu
Que com o tempo se perdeu
Agora minha alma ruma sem destino, gritando ao vento a sua dor
Já não sei o que fazer
Caminharei mais uma vez na escuridão na esperança de me perder
Para assim manter a distancia desse pobre coração

sexta-feira, 27 de março de 2009

A Ilusão


Revolta, magoa, agonia
Tu que me abandonaste…
Apenas com isso me deixaste
Estou cansado de tudo procurar e de nada encontrar
Em meu espírito são reveladas as magoas de outrora
Esquecidas, adormecidas pelo tempo….
Agora vagueio, sem certeza, sem rumo
Um gélido sopro percorre o meu corpo, consigo leva o que me fez viver
Tudo aquilo que fui, tudo o que com a tua Ilusão criaste
Agora são traços, apagados pela brisa do tempo
Calados pelo avançar da noite
Noite de escuridão, onde minh`alma se perde
Caindo no abismo do esquecimento me encontro…
Para ti nada significo
O meu coração, esse despedaçado ficou
Um bater sem rumo e sem razão
A dor, essa consome minhas entranhas…
ja nada me resta, apenas uma leve melodia que me arasta sem destino
mas esse nunca tive e jamais encontrarei

terça-feira, 10 de março de 2009

Silêncio


Dorido o silencio de uma alma amargurada…
Em vão procuro calor, algo no presente que valha a pena
Não encontro razão, muito menos vontade de resistir
Quero partir.
Mas para onde?
Onde poderei encontrar aquilo que procuro?
Algo sem forma, algo que guardo para mim, algo tão secreto que para outros não encontro explicação.
Vagueio por esta estrada, pisando o chão como se de minh`alma se tratasse
Pois tantas vezes a fiz sofrer
Não posso parar!
Mas a cada passo uma dor aguda se crava em meu peito
Não tenho forças para continuar
A noite escura, essa me envolve em seu manto
Pelo seu gélido toque me deixo levar
Pois fora ela o meu único conforto nesta vida de abandono e solidão
A ela me confesso neste ultimo suspiro
Sei que de nada vale sofrer, mas nunca e jamais eu pedira para viver….

domingo, 8 de março de 2009

Reflection of life


Reflection of life
A quiet place it is
This path that I walk
Tears of misery and mistake
They are going down…
As the reflection of my soul falls way
She is going Deep, even deeper then loneliness
I fall to you
I fall by your touch, cold as the winds of sorrow
Alone I stand
Once and for all
I have nothing, the same nothing that I always had
My life is painted gray
The only sound I know is our last breath calling my name
But where are you?
Once my curse, now my savior
I need you
End this
End there joy, make me free