sábado, 27 de dezembro de 2008

Vida?


Noite silenciosa
Aquela que debaixo do seu manto me envolve
Aquela que por tanto e por mais que tente sempre me conquista
Conquista a mim e ao meu espírito,
O meu espírito, esse é algo que vagueia erradamente sem destino
Em torno de meu rosto lágrimas de desgosto
Gélidas, desprovidas de qualquer esperança
Esperança?
Mas que vão sentimento é esse?
Tal sensação existira?
Não creio, pois tu abandonaste-me a minha sorte
A deriva num mar de desespero e loucura
Pouco ou nada significo para ti, não passo de um simples objecto do teu desejo, do teu capricho
Agora não peso justiça nem vingança
Apenas procuro o meu caminho, um lugar onde pertencer
Lugar ao qual possa chamar meu
Onde possa encontrar a paz que me ceifaste e a vida que me destruíste

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Timeless


Night comes
Cold as death, deadly as evil
She and one more time my fate together
Together to kill all the light
All the hopes that once I have
All hopes that you take with your end…
The winds of sorrow whispering into my ears
Dancing around my head
The gates of shadow and pain are open
Whit them tears of agony are consuming what is left of me
I’m nothing more then dust
Dust of time
A lost trace, one lost way
Of a lost soul
Nothing more then a simple memory
Simple as time himself
I’m the one that everyone knows
But only few will remember

domingo, 23 de novembro de 2008

Abandono do Mundo


Este mundo destorcido
Este mundo cu rompido
Que loucura é esta?
Que agoniante revelação me espera desta vez?
A dor arde, consome-nos
Consome-me!
Á minha volta não existem sentimentos,
Apenas existem miragens, desabafos, frases, rostos,
Rostos que outrora me disseram tanto e que agora não passam de entrelinhas
Leves sussurros que o vendo do tempo levou
Estarei louco?
Serei louco?
Terei nascido para deambular na escuridão?
Perguntas que faço sem parar, mas que só algo profundo poderá revelar,
Profundo esse é o meu sentimento de amargura, abandono, desolamento.
Que poderei encontrar neste sítio?
Este sitio para mim desconhecido a que todos chamam mundo.
Mundo doente, mundo onde não existe calor
Mundo onde tantos buscam paz, mas em que tantos encontram desespero.
Sinto-me amarado…
Tantos são aqueles que compram a sua “felicidade”
Tantos são aqueles que vivem da doce ilusão
Doce ilusão de tudo ter e a nada pertencer
Eu sou o todo e o vazio…
Anjo negro caído e esquecido
Esperarei por ti pois és tudo o que conheço
Tudo o que esperei, tudo o que sempre serei…
Algo com um fim mas que jamais tivera um inicio.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

whisper


I’m alone
The rain is falling outside
The only sound I ear is your voice
But not here
Where are you?
I can’t see you
Your cold whisper is invading my body, my heart
He is frizzing my soul…
This lonely and sick soul
Darkness is approaching, are you going to save me?
Or am I going to suffer?
Am I going to burn in the fires of the purgatory?
Am I going to drench down into the abyss?
Tall me, are you my savior or my curse?
I don’t know anything, I don’t kwon you
Oh God I don’t know myself
The only thing I know is….
The end, I want to go
Take me; embrace me whit your touch…
And make me an flying angel

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Eternal Night


The night is cold
The wind whispers as a shadow in the dark
Then I rise
One more time I come into this world
One more time I will walk my path
Once again I search for an opening
For one shiny piece of hope
But what hope?
For so long I try, for so many times I knew my end…
They don’t deserve it
They don’t deserve salvation
This world is corrupted…
He had corrupted you
He corrupt your soul
He consumes you like a starving fire that never ends
Like a demon that feeds endlessly on your dreams and hopes
For so long I try to find you…
And now that I have you I will louse you…
I will louse you because of my mistakes
You’re the only one I want to save
But how?
You’re dead
I have field…
Forgive me my son

terça-feira, 22 de julho de 2008

Darkest day


Dia, noite…
A luz e o desespero
Dois paradoxos, duas realidades que se confrontam, que se aniquilam e que me aniquilaram
Amaldiçoadas almas que vagueiam neste mundo, outrora vivas mas que agora encontram na escuridão o seu lar, o seu repouso…
Mas que repouso é esse, que lar maldito foram encontrar?
Poderei chamar lar a uma maldição, a solidão encerrada dentro mim mesmo…
A ela me nego, mas por instantes a ela me confesso..
Todos me abandonaram, mas tu ficas-te como, porque?
Não te quero Vai-te, renego-te…
Tu não me iras libertar
Porque continuas aqui, Ouvindo os suspiros desta alma destroçada , despedaçada?
Daqui nada poderás retirar senão amargura e o vil sentimento de vingança
Vingança perante uma vida negra..
Uma vida onde alegrias me foram retiradas , onde amores foram desperdiçados e
esperanças destruídas…
Nada posso fazer, apenas implorar pela libertação
Porque tardas meu doce fim? Leva o meu corpo , liberta o meu espírito , dá-me novo vigor , nova esperança e uma nova vida….

terça-feira, 20 de maio de 2008

Abyss


Here I stand….
On my feet, holding in my arms something that now is mean less
Something that once breaths, that pumps
One thing that makes me walk
And most of all something that makes me believe…
Believe in light, hope…
Good…
Now that thing is dead, now I turn the page…
I rebuild my self
My away…
The away I those is darkness, my blood is no longer pumping into veins
Demons feed on it
I’m closer to the abyss, something is calling my over and over…
I have to let you go…
You’re no longer mine…
I killed you…
Go, Go before its to late
Go, I want you to reborn
Reborn as a new life….
Don’t stay with me
Free yourself from these chains