sábado, 27 de março de 2010

Chaos


Chaos
All on my dreams
Life ending road
Truths all lies
Blood dies along with me
No wind blows
Endless dark
Dancing around me, no freedom
World disgrace
My face is no longer me
What your empty eyes see its all is going to be
I’m blind
I just can’t see
What is this?
Obscurity that turns me into to you
Demon of death
I’m waiting
Drop me into the fall
The abyss
I will become the one
The one that takes the hand of all
But in the end I will cut them until they fall

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Rios


Rios, esses longos e gélidos rios
Fonte outrora de vida, cor
Agora correm cinza, correm ao sabor do desespero e amargura
Àgua turva, negra, corrompida
Tal como minh´alma
Ferida, deixada a sua sorte
Sem rumo, calor
Entidade errante, sem vontade
Onde jamais luz alguma voltara a tocar
Onde o constante murmúrio da solidão sopra sem cessar
Caminhando a teu lado rio sem riso, onde a luz da lua reflecte
Reflecte tudo o que outrora fostes
O que outrora eu também poderia ter sido
Ele leva em seu morto leito memorias, gritos de fé
Melodias vivas
Deixando a minha frente sombras
Esboços daquilo que eu procurava
De tudo o que queria
Mas que jamais poderei alcançar
Deixo-me levar mergulhando em ti
Por mim passa tudo aquilo que me fez viver
Por meus olhos passa o vermelho, vermelho de vida que agora me abraça em morte
Mudo por instantes tuas águas na esperança que assim possas viver
Viver tudo o que eu deixei por ser
Deixo em tuas águas a esperança de reviver
De deixar em ti a marca do meu eterno ser

domingo, 22 de novembro de 2009

Mundo complicado


Mundo complicado, sombrio e destorcido
Tantas as palavras que uso ao descrever-te
Todas elas com o mesmo sentido
Abandono, palavras amargas ditas sem porque
Jorradas de um coração alienado
Deixado a sua sorte, coração que cresceu sem amor
Sem um toque de piedade
Piedade num mundo cruel, onde o único momento livre é o de nascer
Pois de algo vivo brota-mos, mas donde saímos sem rumo
Enganados por um destino inserto manchado em solidão
Deixados num trilho onde a vida corre e começa a desvanecer
Agora sou eu que te descrevo vil sentimento sem nome
Que me deixas cego de ódio
Ódio criado por nos é certo, mas que de todos se alimenta
Alimenta sem fim
Perdão, existira?
Não sei, não o procuro apenas não te quero, apenas vou percorrendo o meu caminho
Na esperança que na sua incerteza te esqueças de mim
Da minha ousadia ao falar-te e mais ainda ao tentar defrontar-te

domingo, 25 de outubro de 2009

Palavras


Palavras vazias
Palavras que nunca deveriam ser ditas, são estas com as quais mancho este papel
Papel branco, tão branco como meu caminho fora outrora
Palavras amargas são estas que brotam de meu peito, sem inspiração, alegria ou somente um leve deleite…
Nada apenas tristeza, e um reflexo sombrio daquilo que eu fora
Não vejo caminho, não vejo salvação.
Porquê remar contra a maré se essa á muito se foi, desapareceu sem deixar rasto
Caminho sozinho pela rua ouvindo a noite chegar, com ela vem tudo aquilo que temo, mas ao qual sempre me entrego
Pois perdera meu rumo, minha maré
Suspiro sombrio que vem chegando levemente mas de forma fatal, que a cada dia arranca pedaços do meu inútil ser
Já nada sou, nem algum dia voltarei a ser, agora vagueio errantemente, inútil sopro no tempo fui ao nascer ao qual jamais alguém pensara em fazer renascer
Parto sem nada ter construído, mas com a certeza que o sofrimento é humano, mas que a algo desumano se deve.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Motionless mind


Motionless mind
She is stuck alone in the dark
As the windows of light are closing
Closing her and closing me forever
Forever alone, forever underneath
Beneath the loneliness
Left alone
Nothing I see by my eyes
Nothing more then misery
Misery the cursed road of forgotten ones
Were there is no hope
Were the moonlight is embracing ashes
Ashes of time, once man now they are nothing
Not even memories
There is no place for them, just and endless way far from god
Far from light
Now it’s my turn to go and never to return
Return to this land of confusion and sorrow

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Engano


Fugindo
Fugindo da vida como do fim se tratasse
Vida malvada, sem perdão
Percorro estas ruas onde sombras se escondem
Morbidamente chamam por mim
Por mim e pelo fraco suspiro de vida que contenho
Como melodia esquecida vagueio, sem destino nem vontade
Pois essa fora-me roubada
Em cada esquina, em cada beco me perco
Perco na solidão, nesta triste imensidão
Não serei nada, tal como sempre fora
Um nada cheio, cheio de esperanças cegas
Agora vou, sei que será o meu fim
Mas que fim é este?
Tal como nuvem que paira no céu
Tal como o luar que brilha ao anoitecer
Nada é certo apenas tem o seu tempo
E esse para mim terminou com a maior de todas as dores
Ter vivido uma mentira e uma vida não vivida

terça-feira, 26 de maio de 2009

Moonless night


Days and nights passing by
And the colors of life fading away
No reason to continue
Suffering consuming my being
No reason I see to walk all this path by my own
Why me?
Nothing I always had
And nothing I always will be
In the times of seas and wonders I have lived my life
And now I’m just a memory
I’m just a walker without destiny
A prayer with no god
That will embrace is mission, is curse
A lonely existence with no light
Where darkness will take is place
Place of destruction and madness
Where I shall be silent forever